Pesquisa feita pelo Instituto de Psicologia da USP em 1999, divulgada na Revista Superinteressante (Jan/2006, edição 222, p.48-57), comprova que crianças hiperativas conseguem alcançar um grau de concentração maior se estiverem ouvindo rock pesado. Recentemente, uma rádio especializada em rock, comentou uma outra pesquisa que comprova a ação tranquilizante desse gênero musical tanto em seres humanos como em animais.
Confesso que a mim essa informação não causou surpresa alguma, muito pelo contrário, foi até um alívio saber que sou normal. Pois o bom heavy metal é capaz de operar milagres. Porém, cuidado, alguns podem causar efeitos contrários. O que não é o caso da inspiração deste texto. Falo de Ozzy Osbourne, aquele mesmo que conquistou o título de Príncipe das trevas após comer a cabeça de um morcego vivo em pleno palco. Os apaixonados por esse genial roqueiro, como as autoras deste blog, entendem muito bem o que eu falo: os efeitos da sensação de leveza na alma que essa voz tão peculiar, atrelada à harmonia dos instrumentos, pode causar em um momento de estresse. Dirigir em São Paulo, por exemplo, com trânsito caótico, num calor infernal, sem ar condicionado e poder ouvir Iron man ou Changes, chega a ser uma recompensa para aliviar tanto sofrimento.
Aproveito este espaço para compartilhar um Ozzy mais leve e comportado, capaz de fazer cover dos Beatles, não perder sua marca tão particular, nem deixar de ser Ozzy; além de apropriar-me da música In my life para homenagear a todos que são importantes em minha vida e aos que já passaram por ela, contribuindo de certa forma, para eu ter me tornado quem sou.
Sandra
Confesso que a mim essa informação não causou surpresa alguma, muito pelo contrário, foi até um alívio saber que sou normal. Pois o bom heavy metal é capaz de operar milagres. Porém, cuidado, alguns podem causar efeitos contrários. O que não é o caso da inspiração deste texto. Falo de Ozzy Osbourne, aquele mesmo que conquistou o título de Príncipe das trevas após comer a cabeça de um morcego vivo em pleno palco. Os apaixonados por esse genial roqueiro, como as autoras deste blog, entendem muito bem o que eu falo: os efeitos da sensação de leveza na alma que essa voz tão peculiar, atrelada à harmonia dos instrumentos, pode causar em um momento de estresse. Dirigir em São Paulo, por exemplo, com trânsito caótico, num calor infernal, sem ar condicionado e poder ouvir Iron man ou Changes, chega a ser uma recompensa para aliviar tanto sofrimento.
Aproveito este espaço para compartilhar um Ozzy mais leve e comportado, capaz de fazer cover dos Beatles, não perder sua marca tão particular, nem deixar de ser Ozzy; além de apropriar-me da música In my life para homenagear a todos que são importantes em minha vida e aos que já passaram por ela, contribuindo de certa forma, para eu ter me tornado quem sou.
Sandra
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