Na luta para conquistar um lugar no mercado de trabalho não basta apenas uma boa faculdade. Aliás, o conceito de "boa" vem sendo contestado cada vez mais pelos recrutadores de profissionais."De nada adianta a formação se não houver competência. Cada vez mais se busca o talento, esteja onde estiver", afirma a consultora Bruna Tokunaga Dias, da DMRH, consultoria em serviços de recursos humanos. De acordo com o diretor de RH da Basf para América do Sul, Wagner Brunini, as vagas sempre serão preenchidas levando em consideração critérios de competência, deixando em segundo plano a origem acadêmica dos candidatos. Por outro lado, afirma Brunini, o bom desempenho acadêmico é valorizado nos processos de seleção. Competência não se aprende nos bancos de faculdade nem nas carteiras da escola. É a postura e a atitude que fazem o bom profissional.
"O que mais se leva em consideração são outras questões, como especialização e domínio de idiomas", afirma Mariá Giules, diretora-executiva da Lens & Minarelli. Portanto, a competição nunca termina. Mas não há instituição que substitua nossos talento e esforço próprio.
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