Uma das maneiras de entendermos as poesias e, algo superficial, o filme seria a solidariedade, não esta que diz diante de alguém necessitado e com problemas que vai orar/ rezar pela pessoa quando o que ela precisa é muito mais palpável e material, está ao alcance das nossas mãos como comida, remédio, proteção. Navegando, assisti a um vídeo que achei tão brutalmente comovente e ao mesmo tempo repugnante, por perceber que um humano estava filmando... Simplesmente filmando, como uma curiosidade, da mesma forma que a mídia faz em tragédias grandiosas, deixando-nos em dúvida se o objetivo era mesmo informar. Podem apostar: precisamos aprender a nos comover, a chorar, abrir o coração pro brega, pro sensível, pro outro. Vejam e comentem.
sábado, 1 de maio de 2010
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